Arquivo da categoria: Geografia Cultural

GEOGRAFIA CULTURAL: Tradicionalistas lavrenses valorizam as Cantigas Folclóricas

Evento realizado via Internet na noite desta quinta-feira (26), pelo CTG Marco das Águas, teve como tema as Cantigas Folclóricas.  

As prendas Luísa Lopes e Ana Luiza Leite Teixeira falaram sobre o surgimento da cantigas (textos poéticos de origem medieval, cantados em coro), bem como suas finalidades e apresentação de algumas cantigas famosas do Brasil e Rio Grande do Sul.

As principais consquências positivas das cantigas folclóricas são: a oralidade; a tradição de passar os cantos de geração para geração; a integração das famílias; o caráter lúdico para as crianças e para a educação, proporcionando bons momentos.

No Brasil, há uma grande quantidade de cantigas folclóricas para as crianças (exemplos: Meu Limão, Meu Limoeiro; Peixe Vivo, Ciranda Cirandinha). Sobre o folclore do Rio Grande do Sul, podemos citar cantigas famosas como Balaio, Chimarrita, Maçanico e Pezinho.

FOTO: Reprodução.

GEOGRAFIA CULTURAL: Tradicionalistas lavrenses valorizam as Cantigas Folclóricas

Evento realizado via Internet na noite desta quinta-feira (26), pelo CTG Marco das Águas, teve como tema as Cantigas Folclóricas.  

As prendas Luísa Lopes e Ana Luiza Leite Teixeira falaram sobre o surgimento da cantigas (textos poéticos de origem medieval, cantados em coro), bem como suas finalidades e apresentação de algumas cantigas famosas do Brasil e Rio Grande do Sul.

As principais consquências positivas das cantigas folclóricas são: a oralidade; a tradição de passar os cantos de geração para geração; a integração das famílias; o caráter lúdico para as crianças e para a educação, proporcionando bons momentos.

No Brasil, há uma grande quantidade de cantigas folclóricas para as crianças (exemplos: Meu Limão, Meu Limoeiro; Peixe Vivo, Ciranda Cirandinha). Sobre o folclore do Rio Grande do Sul, podemos citar cantigas famosas como Balaio, Chimarrita, Maçanico e Pezinho.

FOTO: Reprodução.

GEOGRAFIA CULTURAL: O Doce de Santo Antônio

Reza a lenda que um garimpeiro encontrou uma pepita de outro no formato da imagem de Santo Antônio às margens do Rio Camaquã das Lavras. Por essa razão, o vilarejo onde os garimpeiros moravam, ficou conhecido como Santo Antônio das Lavras e este Santo Milagroso virou padroeiro da cidade que mais tarde, passou a se chamar Lavras do Sul.

Há muito tempo gostaríamos de ter um doce com o nome de Santo Antônio, o qual tantas graças tem nos alcançado. 

Portanto, para criação desse doce, voltamos um pouco ao passado (lembrando que Lavras do Sul tem sua cultura enraizada pela colonização portuguesa e espanhola) e nos inspiramos nas nossas histórias e lendas, nos doces portugueses e também na exploração do ouro, que deu origem à nossa Lavras do Sul.

Santo Antônio é conhecido como Santo da família, Santo dos objetos perdidos e Santo casamenteiro. Pensando nisso, colocamos em prática esse doce casamento de ORIGEM e FÉ. Nosso doce, “Santo Antônio”, é feito com pedaços de nozes que lembra pepitas de ouro (importante salientar que as nogueiras também gostam do solo da nossa cidade, a qual é rica em árvores dessa espécie), doce de ovos e fios de ovos, amarelo como o ouro e de origem portuguesa, como o Padroeiro.

Experimentem! Fechem os olhos e permitam que esse misto de sabores, histórias e fé que estamos trazendo em forma de doce, invadam o paladar e os corações de vocês.

FONTE DAS INFORMAÇÕES E DA IMAGEM: Renata La-Rocca